Eu quero ter o mínimo distante
E o eqüidistante mais perto
Do que pra mim for natural
Quero muito de um nada
E o relevante de um tudo sem igual
De tudo quero tanto
E de tanto quanto puder
De quanto um tanto que
Se faça tanto
Quanto todo meu querer
Eu quero ter o mínimo distante
E o eqüidistante mais perto
Do que pra mim for natural
Quero muito de um nada
E o relevante de um tudo sem igual
De tudo quero tanto
E de tanto quanto puder
De quanto um tanto que
Se faça tanto
Quanto todo meu querer
“ Eu não me motivo por nada que não seja tentar me emocionar. ”
na série do baú: eu mesma, em junho de 2004
escrevi isso quando eu tinha 15 anos, pra ganhar um cd do chico numa promoção. achei fofo quando reli:
Chico Buarque dá banda, dá samba, só não dá empate.
Canta e descanta com jeito de craque e, Buarque que é, não paga mico, porque, sendo Chico, Francisco Buarque, cola no peito, em cada coração, feito tatuagem fincada de emoções.
Na bancarrota ou nas vitrines, ou atrás da portas, nos bastidores, sempre é bom conselho, em bom tempo, até o fim.
E basta um dia para que as Barbaras, Marias, Carolinas e Beatriz - e todo o bye, bye, oi meu Brasil, diga sinceramente e feliz: Chico, eu te amo!